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domingo, 2 de outubro de 2011

Discurso Final de "O Grande Ditador" (Charlie Chaplin)

O Grande Ditador (The Great Dictator) é um filme de Charlie Chaplin, lançado em outubro de 1940. Como a maioria de seus filmes, Chaplin escreveu, produziu, dirigiu e protagonizou.

O criador de "O Grande Ditador" foi o único cineasta de Hollywood que continuou a fazer cinema mudo durante o período do cinema sonoro. Este foi o primeiro filme falado dele, bem como o que teve maior sucesso comercial, sendo o primeiro longa-metragem da época a satirizar ativa e abertamente o Nazismo de Adolf Hitler.


O Grande Ditador é um grito de revolta e condenação contra Hitler, o fascismo, o anti-semitismo e os nazistas, sendo estes últimos chamados no filme de “Os homens-máquinas, com mentes e corações de máquinas”.


O Discurso




Para fazer o download do discurso (arquivo Word) clique aqui.

(Versões português / inglês)


Para continuar lendo sobre o filme clique aqui.



quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Rótulos


Se você é gay, é pecado.
Se você é bissexual, é confuso.
Se você é muito magro, usa drogas.

Se você é gordo, come demais.
Se você anda bem vestido, é riquinho.
Se você anda mal vestido, não tem classe.
Se você diz o que pensa, é grosso.
Se você não diz o que pensa, é falso.
Se você chora, é um dramático.
Se ela tem muitos amigos homens, é biscate.
Se ele tem muitas amigas mulheres, é viado.



Será que um dia vamos viver num mundo sem rótulos?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Decodificando Memórias



Foi medo o motivo da interrupção da canção de ninar?
Medo de que? Eu sei que não há!

Hoje me veio a mente durante o trajeto do vai e vem pra casa aquele sorriso explícito, fofoqueiro, porém bom amigo meu.

Vejam só como as coisas mudaram:
Não só falava a boca, mas muito mais os olhos brilhando e um sorriso leve, meio quieto, mas tão agitado.
O conjunto das coisas, de "a recíproca ser verdadeira", de gestos quase que obsenos, de abraços espirituais, quem sabe, tudo numa áurea quase perfeita, não fora um intruso...

Água,
Dê-me água, pois começo a padecer de cede e fome.
A garganta parecia secar, até asaliva escorregava cortando as paredes da goela.
Me via catalogando meus filtros de expressões e espantado com o resultado lógico de meu raciocínio...

Finda a noite,
Como tudo na vida finda, e eu volto para o velho trajeto louco do vai e vem, desta vez indo
A duchar-me,
A tomar um café, rabiscar o livro de francês e dormir como um anjo.

Mas antes de pegar no sono, Dé, Bebel e Cazuza cantam pra eu dormir.